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Fala pessoal! O meu plano de dominar o mundo escrever um livro foi um fracasso, então fiquem com essa bosta mesmo:

Bedtime

Em terra de cego, quem lê a parte 1 é rei Editar

A hora de dormir é a pior coisa para uma criança, porque ela tem medo dos Monstros S.A. Sendo eu uma pessoa que acredita na ciência (vulgo nerd) não sei o que aconteceu, mas foi medo e minha mãe não conseguiu lavar as minhas calças até então.

Tudo começou quando me mudei para meu próprio quarto. Meu irmão birrento queria um próprio quarto e ficou com o quarto, e eu fiquei com a casinha do cachorro. Era lugar frio, escuro e com um Slender Man me esperando na porta.

Meu irmão ganhou uma cama nova e eu fiquei com o beliche velho em que a parte de cima tava quase pra cair na minha fuça. A partir da primeira noite eu lembro de sentir um sentimento que ia crescendo dentro do meu ânus, então olhei pras minhas figurinhas da Hot Wheels jogadas no tapete verde-petróleo-bebê e comecei a brincar de Barbie, mesmo tendo 30 anos.

O beliche estava vazio, arrumado, e tinha um chocolate em cima.

Despenquei.

Quando você está acordando de um sono profundo e olha para alguma coisa em movimento ou se mexendo, pode ser que tome alguns segundos para você realmente entender o que está acontecendo. A névoa do sono fica em seus olhos e mesmo em seus ouvidos quando lúcido (Tradução: Você acorda noiado!)

Eu não vi direito o vulto que passou, só sei que ele tinha um pinto grande. Ouvi um barulho que aos ia ficando familiar: o vento assoviando, a janela balançando, a vizinha transando com o amante...

Então imaginei; deve ter sido só o lençol que voou do meu corpo, deve ter sido minha mãe tentando me estuprar. Mas aí ouvi um barulho embaixo da cama, então achei que fosse um gato, mas quando olhei eu vi que não era um gato. Era uma gata.

O gato A gata me atacou e começou a me arranhar. Eu gritei pela mamãe que demorou 8 horas pra chegar.

— Que foi moleque? Estava muito ocupada transando com seu pai.

— Papai broxou?

— Vá dormir!

Minha mãe prometeu dormir na cama de baixo porque papai tá broxa. Noutro dia pensei em ficar em qualquer lugar, menos naquele quarto. Era sábado, pé de diabo quiabo, e tínhamos sorte de ter um grande jardim. Fícavamos lá esperando o Sr. Bocalarga pra brincar conosco. Às vezes fumávamos nossas dorguinhas e viajávamos para uma grande aventura (igual aos Backyardigans).

Enquanto brincávamos de médico eu olhei para a janela do meu quarto e vi uma menina de olhos brancos que saiu voando. Eu sei que há alguma coisa errada com meu quarto, só não sei o que é. Contei pros meus pais sobre tudo o que tinha passado nos últimos dias naquele quarto. Passei três meses no manicômio.

Uma palavra pode parecer oculta na sua mente, e você pode criar um funk com ela. Enquanto eu passava o segundo dia no quarto Hell eu senti aquele mesmo incômodo nos fundilhos, então uma palavra me veio à cabeça:

“Pica.”

Eu devo estar sendo estuprado por um fantasma homem (ou uma fantasma mulher com pênis WTF?). Foi aí que eu percebi que podia estar sendo atacado por um fantasma (Oh, descobriu isso sozinho?!) Fiquei lá... Sozinho... Batendo punheta.

O que a coisa queria? Meu corpo nu.

Mas a coisa se mexeu. E não foi um rato, muito menos produto da minha imaginação, e ficou acariciando meu popozão enquanto falava coisas doces. De medo me caguei, e fedeu.

Senti dois dedos entrando pelo meu orifício anal. Gritei. Ele disse: “Acalme-se baby, hihi!” OMG! Era o fantasma do Michael Jackson. Vi uma luz. Será a luz do fim do túnel? Não. Era só a porra da minha mãe.

“Bosta”.

Essa porcaria de Corretor ortográfico fica fazendo aparecer um monte de palavras avulsas, mas voltando à história; isso continuou pelos próximos vinte anos, sempre a coisa vinha, eu gritava, mamãe vinha. Coisa, grito, mãe. Coisa, grito, mãe. Coisa, grito, mãe. Coisa, grito, mãe. Coisa, grito, mãe. Mas com o tempo comecei a gostar das fodidas, mas papi me mataria se soubesse que eu virei.

No inferno inverno a situação piorou. Minha vó ficou dodói. A velhota tava quase pra morrer só porque meu vô morreu. Minha mãe a oferecia de tudo: comida, água, cama e até serviços sexuais. Como ela não aguentava mais a velha, a deixou comigo e foi embora para a França. Agora o bicho estupraria eu e minha vó (se ele fosse bi, é claro.)

Eu taquei fogo no beliche, taquei fogo na casa, taquei fogo no meu pai e na minha avó. Peguei um crucifixo que achei junto com uma caveira. Minha família é satânica, mas depois de me deparar com o bicho aprendi mais de Jesus que o papa.

Será que o bicho o pegará? A avó dele vai morrer? E sua mãe voltará pra casa? E seu pai aparecerá em algum momento? Não perca o próximo capítulo de

Amor à Vida Hora de Aventura Dormir

Oi, oi, oi.

Continua (ou não)...

Se a vida te der limões, está e a parte 2 Editar

Eu acordei aos poucos. O quarto estava escuro mais uma vez (Deve ser porque a luz estava apagada). No momento em que meus olhos se ajustaram a luz eu pude localizar a janela, a porta, as paredes, alguns brinquedos (( ͡° ͜ʖ ͡°)) uma prateleira e.. Até hoje eu me arrepio quando penso nisso, não havia nenhum som (Eu não tinha ligado o aparelho auditivo). Sem nenhum movimento. O quarto parecia sem vida. Sem vida, mas não vazio.

O visitante noturno, o não indesejado, chiando,a coisa cheia de ódio que tinha me aterrorizado noite após noite, não estava na cama de baixo, estava na minha cama! ( ͡° ͜ʖ ͡°) Eu abri minha boca para gritar, mas nada saiu dela. O terror tinha sumido completamente com a minha voz. Eu fiquei deitado sem ação; se eu não pudesse gritar, eu não queria que a criatura soubesse que eu estava acordado.

Bom, eu ia dizer que eu olhei pra ela, ela olhou pra mim e transamos, mas como isso tá muito clichê e repetitivo, vou contar a história

Eu usei LSD

Eu não o tinha visto (acho que é porque meus olhos estavam fechados), eu podia senti-lo (( ͡0 ͜ʖ ͡0)( ͡0 ͜ʖ ͡0)( ͡0 ͜ʖ ͡0)). Estava tapado de baixo do meu cobertor, sim, eu sou tapado. Eu senti a sua presença, mas como eu sou um cagão, eu não me atrevi a olhar, eu adormeci..

Do nada acordo em uma clinica de reabilitação de drogados, por que será ? Isso é um trabalho para o Homem LSD! (Que bosta, cara..)

Uma maça por dia para descobrir que está é a parte 3 Editar

Após uma década sem ver a cara de bunda de vocês finalmente voltei. Agora divirtam-se com a droga a seguir (quando disse droga, quis dizer porcaria, não vão querer fumar!)

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Depois de minhas experiências sexuais sobrenaturais ainda não creio em monstros, mesmo um tendo quase me engolido vivo. Monstros? Pf.

Não sei se cê se lembra seu Alzheimado, mas mudei-me para um quarto mais tranquilo e requintado com um monte de prostitutas fantasmas e êxtase em maconha... E o mais melhor: o beliche já havia sido destruído no primeiro capítulo.

Na primeira noite eu dormi com prazer e gozo, apesar daquela prostituta; a Lori, ela ficou arredando a cama várias vezes mas eu me senti bem e sem senti mais aquelas dores anais de outrora.

Mas como nada fica bem em creepypastas, eu estava assistindo Bob Esponja quando surgiu do nada uma cadeira antiga do século I. Eu estava ali morrendo de rir com o novo episódio chamado Suicídio do Lula Emusco. Fiquei lá, rindo sozinho, feito um mané.

Até ouvir um barulho! No início achei que fosse minha respiração, aí eu me lembrei que não respiro. Então ao invés de ficar quieto no meu canto saí procurando a fonte do som. Só que da feita que ia saindo pra cozinha o som ficava mais baixo até desaparecer...

Tosco, não?!

Na terceira noite eu fiquei até tarde da noite assistindo vídeos de mensagens subliminares no YouTube, quando olhei pra janela e vi aquela criatura que apareceu na janela do Gabriel no Creepy Vídeo. Mas não sei se era mulher, homem, ou hermafrodita ou a Lady Gaga.

Só sei que nada sei ouvi mais uma vez o mesmo barulho da noite anterior. Quando levantei da cama, parou. Quando deitei, voltou. Quando levantei, parou. You tá de brincadeition comigo, cara?

Mas isso não está me dando medo nenhum.

[Barulho de bosta escorrendo]

Foi quando o vi. Ele me encarou. Eu o encarei. Nos beijamos.

Cavalo dado, está é a parte 4 Editar

Eu gritei feito uma louca mal-comida, mas mais uma vez a criatura desapareceu, porém apareceu outra criatura aterrorizante: minha mãe.

Eu não vi mais nada, não senti mais nada a não ser aquele estranho incômodo entrando pelo meu ânus mas eu já estava acostumado, na verdade, eu nem ligava mais.

Ganhei um presente dos monstros: era viagra. Mas eu não sabia por que eles me deram aquilo; eu queria um boneco do Ben 10! Mas à noite ainda sentia as suas presenças. Era como se me fodessem observassem a noite toda. Eles não dormem não?

O quarto estava escuro ui! então eu não via nem meu pau. Comecei a rir feito um retardado de novo quando decidi abrir um buraco... no lençol para ter ar puro; e fui atacado por um mafagafo.

"Pare por favor." - gemi.

Eu sei que aquele será o único amante que terei na vida. Como eu sei? Eu vejo o futuro.

Quem cedo madruga vai saber que está é a parte 5 Editar

Eu publiquei nas últimas décadas sobre as minhas relações sexuais com fantasmas.

Sendo eu amante da ciência não acreditava numa coisa em que só um idiota para não perceber que isso é real.

Enquanto escrevia isso senti aquela velha sensação no ânus.

Eu notei uma jabuticabeira no fundo do quintal, e ela tinha cílios.

A pressa é a inimiga da parte 6 Editar

Oiiii genti, Divina aqui, mentira aqui é o Zé Pequeno, e como ninguém reclamou na demora dos capítulos dessa série lixosa sair, vou postar outro capítulo dela, querendo vocês ou não, agora leiam essa porcaria.

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Eu estava em pânico, as coisas não faziam mais sentido para mim, o monstro me ataca em qualquer oportunidade e não sabia o que fazer. Sinto que estou entrando em uma terrível paranoia, ontem senti uma vontade de fazer uma conta no orkut mas resisti, não posso deixar que essas alucinações do inferno controlem minha maior vontade: descobrir quem é o monstro e fazer uma ménage com ele. Mas esse era só o começo das minhas alucinações e paranoias. No ano novo, algo me fez escrever uma piada escrota de "lembro de 2013 como si fosse ontem" no meu facebook, e dizendo que eu ia assistir a A Fadinha do Brasil. Não aguento mais, isso está acabando comigo.

Foi então que eu decidi ir para um esconderijo, onde eu guardava dentro do meu oco (!!!!) um brinquedo da minha mãe que achei dentro das gavetas dela. Era algo grande, rosa e com uma cabeça achatada, quando eu achei, minha mãe ficou surpresa e me disse para esconder, dizendo que era um foguetinho de brinquedo, e como um segredo nosso, eu guardei lá dentro, e lá está, só o tiro de lá algumas vezes, nos meus momentos de tédio.

Eu então peguei ele do meu oco e decidi brincar um pouco, minutos se passaram, fiquei entediado do mete-mete e enfim dormi como uma princesa.

Quando acordei, tive uma surpresa assustadora. Dizem que as mensagens mais simples são as que mais deixam um oco em você. Estava lá, o foguetinho rosa vibrante que minha mãe tinha me dado quando criança, ao meu lado e todo sujo de merda.

A minha liberdade é aonde começa a parte 7 Editar

Fala galera, aqui é o Hugo que estava muito tempo desaparecido, mas infelizmente me acharam, então o jeito foi continuar com esta série que não acaba nunca, tirada de um livro que nunca li e que não estudamos em Literatura na escola. Então, enjoy:

-- (dois traços ridículos para separar o que acabei de escrever do resto do post)

Mesmo acontecendo tudo aquilo do fantasma me atacando, ainda não sei o que está acontecendo, provavelmente sou vítima de algum distúrbio mental que não me permite perceber o óbvio.

Mais uma vez ouvi aqueles gemidos do meu pai com minha mãe ruídos e decidi procurar a origem. Não, eu não queria encontrar a fonte do barulho, apenas fui para a locadora pra alugar o filme A Origem, aquele com o carinha do Titanic, mas no meio do caminho fui atacado pelo Shadow Man Noob Saibot fantasma das trevas que queria me possuir, me dando um Blackberry se eu deixasse, mas eu não deixei.

Não lembro como fui parar em casa no dia seguinte, só sei que estava dolorido e com um Blackberry na mão. É muito legal quando coisas assim aparecem na minha mão; uma vez uma colega minha disse que me daria R$ 100,00 se eu cheirasse crack. Claro que não cheirei, mas não lembro o que ocorreu depois disso, mas eu amanheci em minha cama com uma nota de cem e um monte de recados de uns homens deixando o número de telefone caso quisesse mais “noites prazerosas” (não sei por que estava entre aspas).

Eu tenho uma namorada, mas não posso revelar seu nome devido aos direitos autorais. Seu nome é Mary e ela não quer mais falar comigo. Mary é arrogante, repulsiva e lésbica, mas eu lovo ela d+. Ontem ela passou o dia dormindo com a boca toda cheia de ketchup, enquanto toda a sua família estava com algum problema de cisco no olho que estavam lagrimando. Então colocaram-na em uma cama bem apertada, mas deve ser confortável já que ela não reclamou, apenas permaneceu em sono profundo. Acho que foi pedido dela, mas a esconderam debaixo da terra e colocaram uma pedra em cima para disfarçar, o que deve ser inútil já que estava escrito o nome dela na pedra. Haviam outras pedras iguais ao redor.

Então, ela saiu voando pelo espaço e todos desmaiaram.

Eu voltei para casa e ouvi alguém chamar meu nome.

Heuquistahtchio!

Eu olhei e era o porteiro do meu prédio. Achei que fosse um fantasma. Então ele saiu voando pelo espaço também, assim como a garota cujo nome não posso citar chamada Mary.

Cheguei em casa e fui tomar banho. Samara estava na banheira e viu meu bilau. Ela morreu (WTF!). Então ouvi chamarem meu nome mais uma vez. Achei que fosse o porteiro mais uma vez, só que


Era.

Ele estava voando pela janela e chamando meu nome. Ele gravou um vídeo d'eu nu e postou na internet. Dizem que os efeitos são piores que o do Mereana Mordegard Glesgorv.

(TO BE CONTINUED...)

De boas intenções a parte 8 está cheia Editar

OMG! VSF! PQP! LOL! SQN! A criatura está atrás de mim. Ela etá em pé me observando.

Em pé.

Sabe o que é em pé?

É o que não está sentado.

Então a criatura não está sentada.

Até porque não temos mais cadeiras em casa.

Do que eu tô falando mesmo?

Enfim, eu vi a criatura, e ela me chamou. Como sou muito inteligente eu fui ao seu encontro. Ele me ofereceu cogumelos alucinógenos, e eu aceitei. Ele me deu crack, e eu aceitei. Ele me deu uma arma e eu aceitei. Eu queria que eu fizesse boquete, e eu aceitei.

Eu não sei mais o que fazer.l

Eu

vou

morrer.

Mas minha namorada Mary veio me visitar, e ela me disse que ia me levar para um lugar mágico, mas eu não queria ir para Hoggwarts, pois lá tem um tal de Valdomorto.

Mas hoje eu vou matar um fantasma.

Mas como se mata algo que já está morto?

E o que isso tem a ver com dormir mesmo?

A montanha pariu um rato (parte 9) Editar

“Um dia vai acabar tudo, e então; eu matarei aquele que já está mortado.”

(Trecho de uma música do Ganso Rosa chamado Suíte Tilde Omaini)

Enquanto eu digitava o trecho desta bela música satânica, eu era liberado pela polícia (você não lembra que eu tava na polícia? Como você é esquecido) e então fui procurar a Mary voadora.

Eu sabia de uma coisa: aquele fantasma ia morrer. Não sei como, mas ia.

Era cerca de 666h e 25min da noite. Eu estava indo em direção ao meu carro quando vi o vulto que me perseguiu desde o início da história, lá naquela postagem do dia 18 de novembro de 2013. Mas ainda não sabia o que era: um Slender Man FDP ou tua mãe de cueca dançando Wrecking Ball, só sei que se trata de algo das trevas. Valdermorto? Não sei.

Só sei que vou matar a criatura afogada. Certa vez li num livro de Biologia da escola que fantasmas são feitos de esperma, e esperma se solidifica na água, ou seja, eu terei minha própria estátua de jardim, feita de esperma endurecida. Com certeza ia ficar bem duro (igual ao negócio que o liberou).

Eu peguei meu carro e comecei a guiá-lo pela Rodovia 666 to Hell, quando caí em um lago super frio. Meu pênis encolheu.

Era inverno aqui — no sul do Brasil — e o lago estava congelado. Então desci do carro e escorreguei. Minhas pernas se abriram e minhas bolas foram rasgadas. Eu terei muita sorte se continuar fértil, disse o médico.

Foi então que percebi que não era um lago congelado, era um palco de gelo montado para as Olimpíadas de Sochi. Eu vi um monte de rapazes de calça colada dançando freneticamente feito uma Pomba-Gira cisne.

Um desses dançarinos era o fantasma. Eu o reconheci, apesar de nunca ter visto seu rosto. Ele pulou em cima de mim e começou a me comer. Todos assistiam, tiravam fotos, e gravavam para postar no RedTube.

Eu lutei bravamente com a criatura, e perdi.

Eu senti minha vida se esvaindo, e minha virgindade também. Meu cu derramava litros de sangue pela água e... Espere, água.

O entrevistador entrega uma garrafa de água ao narrador.

Não seu burro, eu me lembrei que fantasmas morrem na água. Então eu o agarrei com vontade e... Espera, eu estou usando palavras ambíguas. Eu o atirei na água e ele foi afundando.

Eu... acho que... matei a criatura.

Os jogos continuaram.

Alguma frase de efeito só para completar a parte 10 Editar

Olá amiguinhos, faz tempo que não aparece anda que preste aqui no blog (bem, nunca apareceu, mas enfim) e aparentemente os outros postadores desapareceram na escuridão. Enfim, enquanto estava entediado eu notei isso e decidi postar alguma coisa aqui só pra quebrar o gelo, entendem? De qualquer forma, aproveitem.

- Fernando 100% Gatão


Quando voltei pra casa, fiquei chocado quando percebi que aquilo já estava lá, me aguardando na minha cama, em um pano branco como uma deusa.

Decidi deixá-lo dormir e depois cobrar os 14 meses de aluguel. Comprei umas coisas massa pra completar o meu plano e fui para outro quarto fingir que estou dormindo e assim a criatura magicamente perceba que estou no quarto e venha tentar me atacar. Nota-se que o ponto alto deste plano é a simplicidade.

Fiquei esperando horas e horas mas ele não vinha, então eu dormi de verdade. UÊBA.

Porém, quando eu acordei, tinha algo com as mãos no meu (pausa dramática) pescoço. Ele tossia e vomitava sobre mim, provavelmente tentando me passar gonorreia. Otário, mal sabia ele que eu já tinha gonorreia. Lutei, chutei, chorei mas não consegui que ele me deixasse em paz, mas bem, o importante é que emoções eu senti. Então, decidi tentar algo: me fingir de morto. G-E-N-I-A-L. Ao perceber isso, ele começou a me cutucar de tudo quanto é canto, me sentia até mesmo um refugiado tentando ir para os Estados Unidos.

Eu acabei reagindo, fugindo do protocolo de fingir de morto, e graças à Satã, consegui fugir dos braços fortes, tatuados, musculosos, meu deus que braços, oh... ah, enfim, me libertei dos braços do monstro. A verdade é que eu tinha entupido o quarto de gasolina, e com o simples isqueiro que carregava no bolso, eu toquei fogo naquela piranha safada (imagine essa cena ao som de Girl on Fire). Ele se contorcia e gritava em agonia e eu dava risada desse desgraçado.

Fugi daquela casa invocando um portal mágico (nada dessa história fez sentido mesmo então fodase) e consegui sobreviver às chamas da paixão. E então, vendo a minha casa, meu lar, o local onde aquela criatura havia tirado a minha inocência (no primeiro mal sentido), eu percebi, e tudo começou a fazer sentido...

Todas as minhas lembranças, toda aquela experiência, toda aquela merda, passou pelos meus olhos, como se toda a minha vida até aquele momento tivesse sido só um seriado de televisão que durou seis temporadas e que até mesmo os fãs mais devotos passaram a abandonar porque nada naquela caralhada toda fazia sentido.

Era tudo o sonho de um cachorro.

FIM.

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